Desde 2019 que o famoso creme das avós é vendido na n.º 8 da Rua da Escola Politécnica e, tal como em 1925, continua icónico: desde as pessoas mais idosas até às miúdas mais jovens, todas procuram este creme.

A marca, que começou numa fábrica no Campo Grande, “renasceu” pelas mãos de Pierre Stark, um francês com background na cosmética. Amigo de uma pessoa que trabalhava com os cremes da Benamôr, achou o produto excecional. Levou-o para França e acho que foi um sucesso de vendas. Voltou com a ideia de tornar o produto numa marca mais forte.Desde então, a textura dos cremes é diferente e já foram surgindo novos produtos: o sabonete de argila, o creme chantilly e até um creme de mãos que é uma ode ao pastel de nata. Mas a essência da marca mantém-se ao serem usadas as tão conhecidas bisnagas de alumínio – compradas ao mesmo fornecedor desde 1927 – e 90% de ingredientes naturais na composição dos cremes.

Alguns ingredientes-chave: o limão, o sal do Algarve, a verbena e o jacarandá continuam a figurar nas composições. Aliás, o Alantoíne – o segundo creme a ser lançado pela marca e com limão na composição – continua a ser dos mais procurados.

Considerada por muitas pessoas como uma verdadeira “casa de bonecas” há quem entre por curiosidade, porque acham a loja linda, mas há também quem já conheça bem o produto e regresse para comprar mais.

Venha conhecer a casa e a marca de segunda a sábado das 10h às 20h | domingo das 10h às 19h