Este sábado, 10 de outubro, o Jardim Marcelino Mesquita, na Praça das Amoreiras, transformou-se no Jardim das Artes. Entre pintura, aguarela, gravura, desenho e até escultura, foram várias as formas de arte expostas para venda, havendo ainda espaço para atuações musicais ao longo da tarde.

A 5ª edição desta iniciativa, organizada pela Boa Vizinhança, teve 43 expositores portugueses e estrangeiros, um valor inferior ao de outros anos por causa das medidas necessárias de prevenção à COVID-19.

“Tomámos todas as medidas pedidas pela Freguesia de Santo António, com a delimitação de entradas e saídas e estabelecimento de percursos, para evitar aglomerações”, explica Teresa Vilaça, organizadora do evento e membro da direção da Boa Vizinhança.

Nas novidades deste ano houve uma instalação produzida pela Pousio, “um grupo de jovens que fazem residências artísticas pelo país onde ajudam os locais, retirando daí inspiração para as suas peças”, como nos explica Luísa Leite, organizadora do evento. Também um grupo de urban sketcher apareceram para retratar a vivência deste Jardim das Artes, que ganhou outros sons com as atuações da Banda Juvenil Guilherme Consul – neste caso apenas com os professores –, uma harpista e dois jovens argentinos que cantaram vários excertos de ópera.

Sobre a iniciativa, Teresa Vilaça explicou-nos que a iniciativa bebeu inspiração na “mítica Montmatre, em Paris, onde os artistas pintam e vendem as suas obras”.