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Projeto Farol - Confinamento

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Com a imposição de um segundo confinamento, o Projeto Farol – Saúde Mental deu um passo em frente, aconselhando a população da melhor forma para lidar com este novo desafio. Através de flyers e publicações nas redes sociais, tendo sempre como fonte a Ordem Portuguesa dos Psicólogos, pretendemos alertar os fregueses para a importância da Saúde Mental e como esta pode afetar várias vertentes do dia-a-dia. Os conteúdos destas publicações encontram-se explanados abaixo.

O trabalho e a pandemia


A pandemia levou-nos a reconsiderar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, uma vez que o teletrabalho mistura, por vezes, o tempo dedicado ao trabalho e à família.

• Se estiver em regime de teletrabalho é importante criar uma rotina que facilite a transição psicológica do contexto casa-trabalho para casa-família, e vice-versa;
• Seja assertivo e recuse tarefas quando estas forem de difícil gestão, sejam pessoais ou profissionais;
• Invista em boas relações com os colegas, criando uma rede de apoio no dia-a-dia de trabalho;
• Fale com pessoas em quem confie, dentro e fora do local de trabalho, sobre aquilo que o preocupa e lhe causa stress;
• Peça ajuda. Um psicólogo pode ajudar se sentir que não consegue equilibrar a vida pessoal e profissional, ou se sente que o seu desempenho numa destas vertentes está comprometido.

Ligue para o 933 060 305 e fale com uma psicóloga do Projeto Farol – Saúde Mental ou para a linha do SNS 24 – 808 24 24 24.

projetofarol@jfsantoantonio.pt

Como gerir a ansiedade


Podemos usar a ansiedade a nosso favor e combater sentimentos negativos e desagradáveis. Aceite-a como parte do momento que vivemos e lembre-se que sentir ansiedade não é ser fraco ou inferior aos outros e que esta situação é temporária.

Conheça a sua ansiedade:

• A ansiedade tem efeitos físicos como tensão muscular, aperto no peito, dor de cabeça, náuseas, entre outros sintomas. Identifique o que sente;
• Esta também afeta a mente. Pode tornar-nos mais receosos, nervosos e o pensamento pode tornar-se repetitivo e negativo;
• A ansiedade afeta as relações. Podemos evitar comunicar, ou discutir mais, com quem nos é próximo. Identifique como se relaciona com os outros.

Enfrente a ansiedade:

• Concentre-se no presente;
• Identifique os pensamentos que o perturbam e questione a probabilidade desses cenários acontecerem;
• Invista esforços no que pode controlar;
• Partilhe com alguém o que está a sentir;
• Reflita sobre os aspetos positivos do dia e faça planos para o dia seguinte.

Se sentir dificuldade em gerir a sua ansiedade, peça ajuda.

Ligue para o 933 060 305 e fale com uma psicóloga do Projeto Farol – Saúde Mental ou para a linha do SNS 24 – 808 24 24 24.

projetofarol@jfsantoantonio.pt

Autocuidado e bem-estar


A forma como cuidamos do corpo e da mente influência o nosso bem-estar, minimizando sintomas de ansiedade, stress e tristeza. Com o confinamento, e com a alteração das rotinas habituais, devemos estar especialmente atentos às nossas necessidades.

  • Escolha alimentos saudáveis;
  • Pratique exercício físico. A atividade física melhora o humor e a saúde. Procure exercícios simples, como subir escadas ou uma aula de ginástica online;
  • Faça atividades que lhe deem prazer. Crie uma lista de atividades, fixe-a num local visível e reserve um período do dia, todos os dias, para se dedicar ao que mais gosta;
  • Mantenha bons hábitos de sono. Se puder, durma mais – pode ajudar a reduzir a ansiedade. Habitue-se a deitar e levantar à mesma hora;
  • Doseie a consulta de informação sobre a pandemia. Escolha informação credível e recuse notícias falsas que possam promover comportamentos de risco.
  • Cultive práticas de relaxamento e tranquilidade. Foque-se em atividades que produzam emoções positivas, como conversar, pintar, ler, ouvir música ou jogar um jogo. Tire um momento de silêncio só para si para contemplar, meditar ou rezar.
  • Valorize coisas positivas. Tire alguns minutos para pensar em coisas boas que lhe aconteceram e pelas quais se sente grato.

Se se sentir completamente isolado, triste e sem vontade para fazer as suas rotinas diárias, peça ajuda.

Ligue para o 933 060 305 e fale com uma psicóloga do Projeto Farol – Saúde Mental ou para a linha do SNS 24 – 808 24 24 24.

projetofarol@jfsantoantonio.pt

Saiba como identificar sentimentos naturais


O segundo confinamento traz novas exigências, mas podemos usar a experiência do primeiro confinamento a nosso favor: o que correu bem e podemos repetir? O que devemos fazer diferente?

Saiba que:

• É natural sentir angústia, tristeza, medo, incerteza, desgaste e muito cansaço;
• É natural chorar, desesperar, ficarmos mais irritáveis e menos pacientes uns com os outros;
• É natural vermos o confinamento como um “castigo” imerecido, bem como sentirmo-nos zangados e impotentes;
• É natural sentir que nossa vida fica limitada ao trabalho. O “tempo livre” pode não nos parecer assim tão “livre”;
• É natural que tenhamos dúvidas sobre como vamos “sobreviver” a um novo confinamento;
• É natural sentirmo-nos frustrados porque os nossos planos e projetos de futuro ficaram temporariamente suspensos;

Se partilha de algum destes sentimentos, saiba que não está sozinho.

Se se sentir completamente isolado, triste e sem vontade para fazer as suas rotinas diárias, peça ajuda.

Ligue para o 933 060 305 e fale com uma psicóloga do Projeto Farol – Saúde Mental ou para a linha do SNS 24 – 808 24 24 24.

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